domingo, 28 de outubro de 2007

Terapia

O que é que tu és?
O que e que aparentas ser?
O que é que gostavas que os outros vissem que tu és?

Quantos papeis é que desempenhas na vida? Ou seja, a quantos meios sociais é que pertences?
És a mesma pessoa em todos eles? Ou, moldas-te a cada meio fazendo jus ao proverbio: Em Roma sê romano.

Quantas vezes é que te apercebes-te que as pessoas te tomam por alguém que não és?
Quantos vezes é que te apercebes-te que te enganas-te ao avaliares quem está á tua frente?

A culpa é de não conseguires replicar o comportamento médio que pensas que a sociedade espera de ti? Ou,
a culpa é de não seres realmente tu e ficares preso entre o que realmente gostavas de fazer e o que achas que os outros queriam que tu fizesses?

Não respondas com palavras, reponde com actos...

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